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BLOG GRILO FALANTE: Maio 2010

domingo, 30 de maio de 2010

ATENÇÃO,ATENÇÃO,ATENÇÃO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Professores "leigos" crescem 35% em dois anos


Dados do Inep mostram que professores sem diploma de ensino superior continuam sendo contratados para dar aulas na educação básica

Priscilla Borges, iG Brasília
30/05/2010 08:00

O número de “professores leigos” no Brasil – que só concluíram o ensino fundamental ou o ensino médio regular – aumentou em todas as etapas da educação básica. Dados do Censo Escolar 2009 mostram que 152.454 profissionais dão aulas sem a formação adequada para alunos matriculados em creches, pré-escolas, ensino fundamental e até ensino médio nas cinco regiões do País.

Eles representam apenas 7,7% dos docentes que atuam hoje nas escolas brasileiras. O total é de 1.977.978. Mas, para os especialistas, as estatísticas são chocantes, porque, após a chamada “Década da Educação” iniciada com a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação em 1996, a quantidade de profissionais sem qualificação necessária para dar aulas não diminuiu e, sim, cresceu.

Em 2007, eles eram 6,3% do total de professores da educação básica. O primeiro censo realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para traçar o perfil desses docentes, divulgado no ano passado, mas feito com dados de 2007, revelou que 15.982 dos profissionais sem formação ideal tinham apenas o diploma do ensino fundamental. Em 2009, a mesma categoria de docentes caiu para 12.480.

Leia também

• Maioria dos professores “leigos” está no Nordeste

O problema está na crescente contratação de quem completou apenas o ensino médio regular. Em 2007, 103.341 professores brasileiros estavam nessa situação. No ano passado, eles somavam 139.974. O aumento chega a 35,4% em dois anos. O maior crescimento foi na educação infantil, em que eles representavam 16,1% do total de docentes dessa etapa em 2007 e, agora, equivalem a 19,6% do total.

Mas nenhuma etapa ficou imune a esse crescimento. Nas turmas de ensino médio do País, há 21.896 docentes que dão aulas sem diploma de nível superior ou magistério (que também seria insuficiente para assumir esse compromisso).

“É um dado para refletirmos profundamente. Temos de estranhar muito que um professor que estudou até o ensino médio dê aulas para essa mesma etapa”, afirma a presidente do Conselho Nacional de Educação, Clélia Brandão. Para ela, a explicação para isso pode estar na falta de planejamento de estados e municípios nos processos de formação continuada dos quatros de professores.

“Um dos motivos que poderia levar a essa contratação, mas que não a justificaria, é a falta de professores de química, física e matemática. Talvez, esses professores já estejam cursando uma faculdade, mas ainda não a concluíram”, pondera. “Houve muito investimento em formação nos últimos anos. Mas a prioridade foi dada para o curso de pedagogia. Esse é um dado que pode revelar um erro nesse sentido”, analisa. Qualificação, desafio antigo

Em meio a tantas discussões sobre a criação de um Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente, a formação dos profissionais que cuidam da educação das crianças brasileiras se mostra um desafio. Se a legislação educacional fosse cumprida, o total de professores que não poderia dar aulas a crianças ou adolescentes brasileiros aumentaria ainda mais. Aos leigos, se juntariam os docentes sem licenciatura: 62.373 pessoas em 2009.

A LDB diz, em seu artigo 62, que a “formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, em universidades e institutos superiores de educação, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nas quatro primeiras séries do ensino fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade Normal”.

Clélia acredita que muitos gestores se aproveitam de um regulamento publicado após a promulgação da LDB para continuar contratando pessoal sem qualificação adequada para a educação infantil e nas primeiras séries do ensino fundamental. Para as demais fases, “não há explicação”, segundo ela. No decreto nº 3.276, de 1999, há uma regra que torna a contratação de docentes com formação do magistério nessa fase como “preferencial” apenas.

Na opinião de César Callegari, presidente da Câmara de Educação Básica do CNE, a expansão na oferta de vagas na educação infantil e no ensino médio permitida após a criação do Fundo de Manutenção e de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) pode ter influenciado essas contratações. “Houve uma demanda maior por profissionais dessas fases e talvez isso explique a necessidade de recrutamento de pessoas não preparadas adequadamente. Porém, essa situação não poderia permanecer. É obrigação dos sistemas mudar isso”, afirma.

Conquistas

Apesar dessas dificuldades, os incentivos de estados, municípios e governo federal – que criou um Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica no ano passado para formar, nos próximos cinco anos, 330 mil professores não-graduados – demonstram resultados positivos. Os dados do Censo Escolar 20009 mostram que, em dois anos, o número de docentes que atuavam na rede de educação básica e não haviam cursado licenciaturas reduziu pela metade. Em 2007, 127.877 estavam nessa condição.

(fonte:www.ig.com.br)

quarta-feira, 26 de maio de 2010

IDEIAS ESCOLARES

PESSOAL OLHA QUE IDÉIA GENIAL TEVE ESSE COLÉGIO COM UM SIMPLES TRABALHO DE RECICLAGEM!!!!!!
fonte das fotos: http://www.ca.ufsc.br/viagem_pri/caixa_leite/pages/DSC06637_JPG.htm Essa escola que elaborou esse projeto tem que ganha nota 1000 em criatividade.

PROJETO CASINHA DE CAIXA DE LEITE




PLANEJAMENTO



OBJETIVO GERAL: Construir uma casinha de bonecas utilizando caixas de leite.



JUSTIFICATIVA: Este projeto de trabalho foi pensado inicialmente para as turmas de alfabetização e aceleração que necessitavam de um enfoque diferenciado voltado para um resgate da auto-estima e da afetividade. Construir alguma coisa com as próprias mãos e ver sua obra terminada proporciona uma sensação de bem-estar bastante significativa. Depois de iniciado o trabalho: limpeza das caixas e organização das mesmas, o projeto despertou interesse das demais professoras da escola que se envolveram juntamente com suas turmas para conclusão do mesmo.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

EDUCAÇÃO ARTÍSTICA

Construir uma maquete da casinha utilizando caixinhas de água de coco, todinho ou semelhante;

Colocar a casinha no corredor para que todas as turmas possam visualizar a mesma;

Dramatizar situações matemáticas;

Desenhar a sua casa;

Desenhar a planta baixa da casa.



MATEMÁTICA

Unir as caixas de leite com cola e fita adesiva;

Utilizar a planta baixa para a confecção das colunas;

Formar colunas com 15 caixas;

Desenvolver as operações matemáticas de acordo com a série;

Desenvolver problemas comparando custo das diferentes marcas de leite;

Trabalhar com unidades de medida;

Criar situações matemáticas de acordo com as atividades desenvolvidas;

Registrar no caderno ou no portfólio as atividades realizadas.


PORTUGUÊS

Realizar leitura dos rótulos das caixas de leite;

Realizar leituras de histórias como: Os Três Porquinhos, João e Maria, Cachinhos Dourados, Chapeuzinho Vermelho com temas que envolvem casa;

Comparar as marcas;

Construir textos individuais e coletivos com os temas leite e casa;

Registrar as atividades desenvolvidas;

Confeccionar jogo de memória com as palavras utilizadas.

EDUCAÇÃO FÍSICA

Desenvolver as noções: dentro/fora; em cima/embaixo; direita/esquerda, etc. em relação à casinha;

Utilizar as caixas cheias de areia como jogos de construção; dominó de marcas; boliche, entre outros.

CIÊNCIAS

Reciclar as caixas de leite;

Desenvolver noções de cuidado com o meio ambiente;

Separar corretamente o lixo utilizando as lixeiras adequadamente;

Higienizar as caixas;

Demonstrar os tipos de leite existentes.

ESTUDOS SOCIAIS

Realizar visitas às casas dos colegas;

Trabalhar sobre o valor de se ter uma casa;

Visitar o laticínio Bom Gosto;

Inauguração da casa.


HORA DO CONTO

Dramatizar as histórias escolhidas pelas crianças utilizando a casa;

Utilizar a parede com janela e brincar com fantoches;

Contar ou inventar uma história envolvendo o tema casa.


EDUCAÇÃO PARA PENSAR

Refletir sobre os diferentes tipos de moradia utilizando a história dos Três Porquinhos;

Desenhar a casa que gostariam de morar.

► Outras atividades podem surgir e algumas podem não ser realizadas. O planejamento serve como sugestão de desenvolvimento do projeto, mas este deve ser flexível e acontecer de acordo com o que a turma sugere e está disposta a realizar. A observação das crianças feita pelo educador pode ser considerada o grande impulso para o planejamento por projetos, pois privilegia o olhar da criança, o que ela pede ou questiona. O projeto traz uma idéia de perspectiva, de linhas gerais que podem, no processo, receber melhores contornos, maiores definições. Pode ser desenvolvido e adaptado para qualquer grupo de educandos, em qualquer série, sendo articulado somente seus princípios e itens gerais.

RECURSOS MATERIAIS:

500 Caixas de leite;

3 Tubos de Cola cascorez;

10 Lixas

3 Pincéis largos;

Fita Transparente – o suficiente para colar as caixas e levantar as paredes;

5 metros de arame fino;

Ripas de madeira ou taquara para o telhado;

1 base de madeira de mais ou menos 1m²;

Retalho de paviflex para o assoalho

DESENVOLVIMENTO: De acordo com a característica de nossos alunos, ficou decidido que envolveria todas as turmas, uma vez que cada um construindo uma parte da casinha seria mais fácil conservá-la. A casinha passou a ser de toda a escola e não apenas para as crianças pequenas como era a idéia inicial. Cada turma fez a sua parte e desenvolveu as atividades que julgaram importantes. Algumas atividades não aconteceram, mas o projeto pode ser repetido e continuado no próximo ano, pois as turmas querem confeccionar os móveis e canteiros de flores para enfeitar a casinha. A planta baixa foi discutida com as professoras e cada uma acrescentou sugestões. O trabalho foi dividido por séries: as turmas das 1ª séries confeccionaram as colunas de uma das laterais; as turmas do pré e da 2ª série construíram a outra lateral; as turmas das 3ª séries se responsabilizaram pelas colunas do fundo e a frente ficou com as turmas das 4ª séries. A turma de alfabetização ficou responsável pela maquete e união das paredes. O telhado ainda está sendo terminado. A inauguração que estava prevista para a semana da criança ficou para o último dia de aula, dia 7 de dezembro com festa de encerramento e realização de amigo secreto. Neste dia as crianças também assistirão a uma mostra de fotos dos projetos em que se envolveram no decorrer do ano de 2005.

AVALIAÇÃO: Cada turma fará avaliação do projeto de acordo com as atividades que foram desenvolvidas. É um projeto que não se esgota, visto que pode ser continuado no próximo ano. E esta é a verdadeira intenção dos projetos – que não se esgotem, que tenham continuidade. Um verdadeiro projeto envolve muito trabalho e para que se atinja os objetivos, a equipe deve se envolver como um todo. O trabalho em equipe é que contribui para o sucesso do projeto.

Fonte: http://aprenderemconstrucao.blogspot.com/2007/12/projeto-pedaggico-casinha-de-caixa-de.html
Projeto de Andréia Santos da Costa Ferrão Coordenadora Pedagógica

terça-feira, 25 de maio de 2010

O Conceito de Literatura Infantil





O conceito de Literatura Infantil é bastante discutido entre os estudiosos do assunto. Há aqueles que defendem que é o objeto escolhido pelo seu próprio leitor, outros que é o objeto de formação de um agente transformador da sociedade e há até aqueles que questionam o fato de existir uma literatura infantil ou dela ser uma questão de estilo.

Temos abaixo algumas dessas idéias e também declarações de autores de literatura infantil para percebemos como essa é uma área conflitosa. Ver o objeto a partir de vários pontos de vistas pode nos ajudar a entender melhor e formularmos nosso próprio conceito.



"Literatura Infantil é todo o acervo literário eleito pela criança"

(Bárbara Vasconcelos Bahia)



"Literatura Infantil são os livros que têm a capacidade de provocar a emoção, o prazer, o entretenimento, a fantasia, a identificação e o interesse da criançada."

(Leo Cunha)



"A literatura, e em especial a infantil, tem uma tarefa fundamental a cumprir nesta sociedade em transformação: a de servir como agente de formação, seja no espontâneo convívio leitor/livro, seja no diálogo leitor/texto estimulado pela escola" (Nelly Novaes Coelho)



"O gênero literatura infantil tem, a meu ver, a existência duvidosa. Haverá música infantil? Pintura infantil? A partir de que ponto uma obra literária deixa de se constituir alimento para o espírito da criança ou jovem e se dirige ao espírito adulto? "

(Carlos Drummond de Andrade)



"Se a falta é estrutural, e se não se vive sem a base fantasmática (o infantil que se atualiza), não seria possível afirmar que, em toda literatura, há esse infantil, ainda que menos ou mais encoberto? O infantil na literatura, que não se confunde, certamente, com a Literatura Infantil, tampouco com relatos de infância. Na particularidade de cada novo ato, a criança é quem escreve no adulto. E ela o faz com estilo - assinatura pontual, estilo portador de sujeito"

(Ana Maria Clark Peres)





"Escrevo porque gosto. Com meus textos, quero botar para fora algo que não consigo deixar dentro. E escrevo para criança porque tenho uma certa afinidade de linguagem. Mas não tenho intenção didática, não quero transmitir nenhuma mensagem, não sou telegrafista. Acredito que a função da obra literária é criar um momento de beleza através da palavra. ... Em momento algum eu acho que a linguagem deva ser simplificada. Em meus livros não há condescendência, tatibitate nem barateamento da linguagem. A colocação dos pronomes é consciente, a regência e a concordância são rigorosas. As rupturas são intencionais, têm uma função estilística. Acho essencial dominar uma gramática para domá-la a partir de uma linguagem nova."

(Ana Maria Machado)



"Escrevo para dizer o que penso. Quero reclamar de governos autoritários. Quero mostrar a existência de desigualdade entre o homem e a mulher. Não fujo muito de temas que, supostamente, não pertencem ao universo infantil.

Acho que todo mundo é capaz de aprender."

(Ruth Rocha)

segunda-feira, 24 de maio de 2010

ROTEIRO PARA TRABALHAR A COPA DO MUNDO DA EDUCAÇÃO INFANTIL E SÉRIE INICIAIS:
Copa do Mundo

Objetivos
• Conhecer, valorizar e divulgar as diversas culturas.

• Identificar as danças, músicas, comidas, crenças e roupas tradicionais de cada país.
• Conhecer a história das copas.

• Identificar cada país e os dias que jogam.

Formulação dos Problemas

• Onde será realizada a Copa do Mundo?

• O que podemos observar nos grupos?

• Quais são as comidas e danças típicas dos países participantes?

• Você conhece algum desses países?

Tempo da Atividade: Depende do ritmo da turma

Material:

• Material para fazer a viseira: cartolina, canetas, colas, etc.

• Hino Nacional


Temas Transversais:

Ética e cidadania: Envolver todo o conteúdo no tema PAZ, já que se fala em campeonato mundial, abordar a união dos povos pelo esporte, a necessidade de um trabalho coletivo bem planejado , o respeito entre os envolvidos e com as regras, bem como aceitação de que não se vence sempre... Que temos que aceitar a derrota e dela extrairmos novas estratégias.

Meio ambiente: Observar no meio ambiente as mudanças ocorridas em razão da Copa (pinturas, enfeites em geral) e analisar os aspectos positivos (torcida) e negativos (poluição visual, sujeira)

Pluralidade cultural: Observar a língua falada em outros países e resgatar alguns usos e costumes de alguns países que nós, brasileiros, herdamos. As colônias brasileiras nos países que sediam a Copa e colônias destes países no Brasil.

Sensibilização: Mostrar fatos aos alunos, ler textos ou exibir vídeos sobre as Copas.

Biblioteca: Leitura do texto: Jogo de bola (Cecília Meireles)

Leituras sobre as copas (jornais, revistas, livros)

Montar uma revistinha da copa com atividades desenvolvidas nas diversas disciplinas.
Ed. Artística: Viseira da Copa / Bandeirinhas para enfeitar a escola / Desenhos livres sobre a Copa

Música: Rumo ao Penta (Pelé)

Ed. Física:Organizar um jogo de futebol / As regras do futebol e a função de cada jogador./ Tipo de roupa adequada para a prática do futebol (uniforme). / Organização da fila e Posição adequada para cantar o Hino Nacional.

Vídeo: Franklin aprende a jogar bola (aborda a questão do preparo físico, a técnica – regras e a ação coletiva do grupo) Cartoon network – tv a cabo.

Português: O Hino Nacional

A letra do hino enfatizando as palavras que as crianças mais erram;

Pesquisa no dicionário do significado das palavras mais difíceis;

Música da Copa;

Músicas de copas anteriores, músicas que abordam o tema futebol, bem como jingles antigos e recentes com o tema futebol.


Texto: Jogo de bola (Cecília Meireles);

Livros: de literatura infantil (a verificar);

Entendimento e ilustração;

Atividades de escrita e leitura como cruzadinhas, caça-palavras, curiosidades, trava-línguas, etc.

Organização de Listas de nomes comuns no futebol, de nomes próprios (nome dos jogadores, técnico, juiz e demais personalidades do futebol na Copa;

Observar a língua falada nos países envolvidos na Copa, dando ênfase aos que sediam o campeonato e os que disputam diretamente com o Brasil;

Leitura de noticiários diários – textos jornalísticos;

Matemática:

Quantas vezes o Brasil foi campeão? Significado da palavra Penta (bem como tetra, tri, bi-campeão)

Significado dos termos: oitavas de final, quartas de final, semi final e final.

Quantidade de jogadores num jogo de futebol.

Os reservas da seleção (função)

Agenda da copa

Análise do placar dos jogos do Brasil

O comércio que envolve a Copa (bandeiras, camisetas, apito, etc...)

Liga pontos.


História e Geografia:

História das Copas

Sede da Copa

Curiosidades sobre a vida das pessoas do país onde ocorre a Copa. (usos e costumes)

Localização no mapa da sede da Copa

Acompanhar a agenda da Copa e os jogos do Brasil bem como seus adversários

A Bandeira Brasileira

As bandeiras dos países que estão sediando a Copa

As bandeiras dos demais países

Falar que todos os países tem o seu Hino Nacional

Mãos de obra temporária que surge em razão da copa

O respeito às demais seleções

Reforçar o espírito patriótico

Retrospectiva das Copas


Ciências:

A saúde: alimentação, prática de esportes, o condicionamento físico, saúde mental, o repouso

O exame anti-doping; Campanha anti-drogas (na historia das copas, esta foi a única que até o momento todos os exames anti-doping obteve resultados negativos)

O fumo e o álcool: são incompatíveis com a prática de esportes;

Os valores nutricionais de alguns alimentos;

Dicas para uma dieta bem equilibrada para as crianças

Montar com as crianças um cardápio

Cuidados com os fogos e balões.


Conclusões e Aplicações

Participação individual e em grupo em cada etapa de trabalho.

Elaboração das pesquisas, de cartazes, ensaio das coreografias, etc.
 
(fonte: http://bancodeatividades.blogspot.com/2009/12/projeto-copa-do-mundo.html)

sexta-feira, 21 de maio de 2010

O Afabeto do Mestre
Professor...


A me seus alunos


B endiga sua profissão


C reia no poder da educação


D iscipline sua classe


E duque pelo exemplo


F irme-se em Deus


G aranta um mundo cada vez melhor


H onre a missão do mestre


I nstrua com sabedoria


J ulgue-se antes de julgar seus alunos


L eia os grandes educadores


M edite sobre os conselhos dos grandes mestres


N eutralize os rumores pessimistas


O rgulhe-se de ser mestre


P ersiste na verdade


Q ueira o melhor para seus alunos


R espeite seus educandos para ser respeitado


S orria. Sorrindo, ilumine sua sala de aula


T rabalhe com amorU nifique seus alunos


V ença pela fé


X ????????????????????????????????????????????


Z ele com carinho por todos estes cuidados e descubra por si mesmo o X do GRANDE MESTRE .

Fonte: http://meyreday-reflexoes.blogspot.com/
Retirei do blog E.J.A na minha vida da amiga Shuly Marina

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Carimbo de EVA



É BICO DE FAZER E RENDE MUITA BRINCADEIRA: ESCOLHER O DESENHO, A COR DA TINTA, ONDE VAI CARIMBAR...

1. Faça o desenho que quiser a lápis na folha de EVA.

2. Recorte o desenho.
3. Passe a cola em uma das faces da forma recortada. fazer com as mãos

4. Cole a forma no quadradinho de MDF e espere secar.

5. Passe a tinta guache ou de tecido no EVA.

6. Pressione sobre a superfície a ser carimbada.


SUGESTÃO


Em vez de comprar os quadradinhos de MDF, você pode pegar um jogo da memória antigo feito com esse material e reaproveitar, transformando as peças em base do carimbo.

Você vai precisar


Quadradinhos de MDF, um tipo de conglomerado de madeira. Você acha em lojas para artesanato
+
Folha de EVA, material emborrachado à venda em papelarias
+
Cola branca
+
Tinta guache ou tinta de tecido, dependendo do que vai querer carimbar
+
Folhas de papel ou roupa para carimbar















segunda-feira, 17 de maio de 2010

MÚSICAS PARA TRABALHAR COM A EDUCAÇÃO INFANTIL!!!!!!

( Músicas com Gestos )







1 - CARANGUEJO


Palma,palma,palma


PÉ,pé,pé


Roda, roda,roda,


Caranguejo, peixe é






Caranguejo não é peixe


Caranguejo, peixe é


Caranguejo só é peixe


Na enchente da maré






Ora palma, palma, palma


Ora, pé, pé, pé


Ora roda, roda ,roda


Caranguejo, peixe é!






_ PARTICIPANTES No mínimo dois.


_ ORGANIZAÇÃO Em roda.


_ COMO BRINCAR As crianças giram e, no verso “Ora, palma, palma, palma!”, todas batem palmas; em “Ora, pé, pé, pé!”,


batem os pés no chão; e ao cantar “Ora, roda, roda, roda”, giram de mãos dadas até o fim da música. No último verso, “Caranguejo peixe é!”, elas agacham






2 - João trabalha com um martelo


João trabalha com 1 martelo


João trabalha com 1 martelo (fazer o movimento do martelo com um dos braços)


Agora trabalha com 2 (mexer os dois braços)






João trabalha com 2 martelos


João trabalha com 2 martelos


Agora trabalha com 3 (mexer os braços e uma perna)


João trabalha com 3 martelos


João trabalha com 3 martelos


Agora trabalha com 4 (mexer os braços e as pernas)






João trabalha com 4 martelos


João trabalha com 4 martelos


Agora trabalha com 5 (mexer os braços, as pernas e a cabeça)






João trabalha com 5 martelos


João trabalha com 5 martelos


Agora vai descansar (relaxar o corpo)






3 - A Barca Virou


A barca virou,


No fundo do mar,


Porque a (nome da pessoa)


Não soube remar.


Adeus (nome da pessoa) !


Adeus, Maranhão !


Adeus, (nome da pessoa) !


Do meu coração !






Essa cantiga é uma variação de “A Canoa Virou” e pode ser usada em brincadeira de roda.


Como usar em brincadeira de roda:


As crianças de mãos dadas formam uma roda e giram cantando. A criança cujo nome foi mencionado nas quadras, sai da roda.


Repetem-se as quadras, citando-se o nome de cada criança que estava à esquerda daquela que saiu. Prossegue a brincadeira até que a roda desapareça.






4 - Indiozinhos


Um, dois, três indiozinhos


Quatro, cinco, seis indiozinhos


Sete, oito, nove indiozinhos


Dez num pequeno bote


Iam navegando pelo rio abaixo


Quando um jacaré se aproximou


E o pequeno bote dos indiozinhos


Quase, quase virou,


Mais não virou.










Otimo para incentivar as crianças a começarem a contar.






5 - Janelinha


A janelinha fecha


Quando está chovendo


A janelinha abre


Se o sol está aparecendo






Fechou, abriu


Fechou, abriu, fechou.






Abriu, fechou


Abriu, fechou, abriu.






6 - A BARATA MENTIROSA


A BARATA DIZ QUE TEM


SETE SAIAS DE FILÓ.


É MENTIRA DA BARATA


ELA TEM É UMA SÓ.


AH! AH! AH!


OH! OH! OH!


ELA TEM É UMA SÓ.(bis)


A BARATA DIZ QUE TEM


SETE SAIAS DE BALÃO.


É MENTIRA DA BARATA


NÃO TEM DINHEIRO NEM PRO SABÃO


AH! AH! AH!


OH! OH! OH!


NEM DINHEIRO PRO SABÃO.(bis)


A BARATA DIZ QUE TEM


UM SAPATO DE FIVELA.


É MENTIRA DA BARATA


O SAPATO É DA MÃE DELA.


AH! AH! AH!


OH! OH! OH!


O SAPATO É DA MÃE DELA.(bis)






Otima para conversar com as crianças, falar que mentir é muito feio e que a mentira tem perna curta.






7 - EU VI O SAPO


EU VI O SAPO


NA BEIRA DO RIO


DE CAMISA VERDE


SENTINDO FRIO


NÃO ERA SAPO


NEM PERERECA


ERA O (nome da criança) SÓ DE CUECA






8 - LOJA DO MESTRE ANDRÉ


Ai olé , ai olé


Foi na loja do mestre André






Foi na loja do mestre André


Que eu comprei um pianinho


Plim, plim, plim, um pianinho






Foi na loja do mestre André


Que eu comprei um violão


Dão, dão, dão um violão


Plim, plim plim, um pianinho






Foi na loja do mestre André


Que eu comprei uma flautinha


Fá, flá, flá, uma flautinha


Dão, dão, dão um violão


Plim, plim plim, um pianinho






9 - ESCRAVOS DE JÓ


ESCRAVOS DE JÓ


JOGAVAM CAXANGÁ


TIRA,PÕE, DEIXA FICAR


GUERREIROS COM GUERREIROS


FAZEM ZIGUE,ZIGUE,ZÁ






_ MATERIAL Uma pedrinha para cada criança ou qualquer outro objeto pequeno.


_ PARTICIPANTES No mínimo dois.


_ ORGANIZAÇÃO Em círculo, sentados no chão.


_ COMO BRINCAR Cada um coloca uma pedrinha à sua frente. Enquanto canta, a criança pega a sua pedra e coloca na frente do colega, sentado à sua direita. Nos versos “Tira, põe / Deixa ficar!”, todas tiram a pedrinha da frente do colega, colocam na sua frente e a deixam ali por alguns segundos. Quando cantam “Guerreiros com guerreiros”, as crianças retomam os movimentos até o verso “Fazem zigue, zigue, zá!” Nesse momento, os participantes seguram a pedra movimentando-a de lá para cá e deixando-a, por fim, na frente do colega.






10 - FUI AO MERCADO


FUI AO MERCADO COMPRAR CAFÉ


E A FORMIGUINHA SUBIU NO MEU PÉ


EU SACUDI, SACUDI, SACUDI


MAS A FORMIGUINHA NÃO PARAVA DE SUBIR






FUI AO MERCADO COMPRAR BATATA ROXA


E A FORMIGUINHA SUBIU NA MINHA COXA


EU SACUDI,SACUDI, SACUDI


MAS A FORMIGUINHA NÃO PARAVA DE SUBIR






FUI AO MERCADO COMPRAR LIMÃO


E A FORMIGUINHA SUBIU NA MINHA MÃO


EU SACUDI, SACUDI, SACUDI


MAS A FORMIGUINHA NÃO PARAVA DE SUBIR






FUI AO MERCADO COMPRAR JERIMUM


E A FORMIGUINHA SUBIU NO MEU BUMBUM


EU SACUDI, SACUDI, SACUDI


MAS A FORMIGUINHA NÃO PARAVA DE SUBIR






11 - Rosa juvenil


A linda Rosa juvenil, juvenil, juvenil


A linda Rosa juvenil, juvenil


Vivia alegre no seu lar, no seu lar, no seu lar


Vivia alegre no seu lar, no seu lar


Um dia veio uma bruxa má, muito má, muito má


Um dia veio uma bruxa má, muito má


E adormeceu a Rosa assim, bem assim, bem assim


E adormeceu a Rosa assim, bem assim


E o tempo passou a correr, a correr, a correr


E o tempo passou a correr, a correr


O mato cresceu ao redor, ao redor, ao redor


E o mato cresceu ao redor, ao redor


Um dia veio um belo rei, belo rei, belo rei


Um dia veio um belo rei, belo rei


E despertou a Rosa assim, bem assim, bem assim


E despertou a Rosa assim, bem assim


E tudo ficou bem feliz, bem feliz, bem feliz


E tudo ficou bem feliz, bem feliz






12 - Casinha


Fui morar numa casinha- nha


Infestada- da de cupim- pim- pim


Saiu de lá- lá- lá


Uma lagartixa- xá


Olhou pra mim


Olhou pra mim e fez assim:


Smack! Smack






Fui morar numa casinha - nha


infestada-da de morceguinho-nho


saiu de lá - lá - lá


uma bruxinha - nha


olhou pra mim


olhou pra mim e fez assim


(dar uma gargalhada)






Fui morar numa casinha - nha


infeitada-da de florzinha - nha


saiu de lá - lá - lá


uma princesinha - nha


olhou pra mim


olhou pra mim e fez assim


(mandar beijinhos)






13 - A galinha do vizinho


A galinha do vizinho


Bota ovo amarelinho.


Bota um, bota dois, bota três,


Bota quatro, bota cinco, bota seis,


Bota sete, bota oito, bota nove,


Bota dez!






Brincadeira:


Com ela, a turminha vai aprender a contar


_ PARTICIPANTES: No mínimo dois.


_ ORGANIZAÇÃO Em roda.


_ COMO BRINCAR As crianças cantam a música e ao chegar ao número dez dão um pulo e se agacham.






14 - CACHORRINHO ESTÁ LATINDO


Cachorrinho está latindo


Lá no fundo do quintal.


Cala a boca, cachorrinho,


Deixa o meu benzinho entrar.


Ô esquindô lê, lê!


Ô esquindô lê, lê, lá, lá!


Ô esquindô lê, lê!


Não sou eu que caio lá!


Cachorrinho está latindo


Lá no fundo do quintal.


Cala a boca, cachorrinho,


Deixa o meu benzinho entrar.






Brincadeira:


Quem está no centro da roda pula num pé só. O resto bate palmas, desenvolvendo o ritmo


PARTICIPANTES: No mínimo três.


ORGANIZAÇÃO: Em roda com uma criança no centro.


COMO BRINCAR: A turma gira e canta. No verso “Ô esquindô lê, lê!”, as crianças batem palmas. A do centro escolhe um colega. Os dois cantam essa parte pulando ora com um pé, ora com outro. A criança do centro cede o seu lugar para a escolhida da roda e todos recomeçam.






15 - PASSA, PASSA, GAVIÃO


Passa, passa, Gavião,


Todo mundo passa.


Os carpinteiros fazem assim,


Os carpinteiros fazem assim,


Assim, assim,


Assim, assim.


Os cavaleiros fazem assim,


Os cavaleiros fazem assim,


Assim, assim,


Assim, assim.


Os sapateiros fazem assim,


Os sapateiros fazem assim,


Assim, assim,


Assim, assim.






Brincadeira:


PARTICIPANTES: No mínimo dois.


ORGANIZAÇÃO: Em roda.


COMO BRINCAR As crianças giram e cantam sempre imitando um ofício( sapateiro, carpinteiro).






16 - SENHORA DONA SANCHA


Senhora dona Sancha,


Coberta de ouro e prata,


Descubra seu rosto,


Queremos ver sua cara.


Que anjos são esses,


Que andam rodeando


De noite e de dia,


Padre-Nosso, Ave-Maria!


Somos filhos de um rei,


E netos do visconde


E o “seu” rei mandou dizer


Para todos se esconder.






Brincadeira:


De olhos vendados, dona Sancha escolhe um colega e tenta adivinhar quem é ele


PARTICIPANTES No mínimo quatro.


ORGANIZAÇÃO Em roda, com uma criança no centro.


COMO BRINCAR A roda canta a primeira quadra. De olhos vendados, quem está no centro canta a segunda. As crianças cantam a última, param e trocam de lugar.


A de olhos vendados toca um colega e tenta reconhecê-lo. Se acertar, vai para o seu lugar. Se não, a brincadeira recomeça.

domingo, 16 de maio de 2010

Algumas áreas que o pedagogo pode seguir!!!!!!!

Pós em pedagogia hospitalar:

O curso de Pós-graduação em Pedagogia Hospitalar proporciona uma nova possibilidade de trabalho para o educador dentro do ambiente hospitalar. Trata-se de uma Pedagogia do presente, centrando-se na situação emergencial e transitória do educando hospitalizado, criando a oportunidade de interação com o enfermo, equipe hospitalar, família e escola. É uma nova realidade de atuação interdisciplinar, multidisciplinar e transdisciplinar, pois envolve saberes em prol da vida. Para tanto, o profissional que pretende atuar na educação hospitalar necessita de uma formação diferenciada para desenvolver propostas pedagógicas flexíveis, tendo em vista o acompanhamento do desenvolvimento e da aprendizagem da criança e adolescente hospitalizados.




Público-alvo:

Egressos dos cursos de Pedagogia, Letras, Nutrição, Enfermagem, Psicologia, professores de Educação Especial e psicopedagogos que tenham interesse na área.



Áreas de atuação:

Hospitais, brinquedotecas, gestão de Programa de Alfabetização de Jovens e Adultos, Projeto Ler e Escrever, entre outros.


Disciplinas:


Aspectos Legais das Classes Hospitalares; Bioética; Didática e Metodologia do Ensino Superior; Aprendizagem e Desenvolvimento; Estruturas lúdicas de aprendizagem; Brinquedoteca Hospitalar; Metodologia da Pesquisa Científica; Arte e Educação: Qualidade de vida, Serviços em saúde, Humanização na Educação Hospitalar; Psicanálise da criança e do adolescente; Programa de Saúde; Relacionamento Interpessoal e Comunicação e Hospitalização e Ruptura do Cotidiano.

Carga Horária:

468 horas.

Duração:

14 meses (368 horas de aulas teóricas e 100 horas de monografia).


Pós em pedagogia social:

Objetivos:


Analisar elementos teóricos, metodológicos e práticos da pedagogia social; reconhecendo e valorizando a multiplicidade de ações educativas que estão presentes na vida cotidiana, com a finalidade de descobrir o processo educativo nas relações sociais e a fundamentação pedagógica na atividade social e comunitária. Formar educadores sociais para a construção e o desenvolvimento das propostas de educação social em seus distintos âmbitos de ação e de intervenção sócio-educativa, garantindo a formação integral dos indivíduos e sendo coerente com a aspiração de um protagonismo da vida cotidiana, capaz de reconhecer, valorizar e exercer seus direitos individuais e coletivos.

Dirigido a:

Profissionais da área de educação formal e não-formal, da área social, da saúde e da cultura que trabalham com a reintegração social.

Conteúdo:

Disciplinas:





- Formação do Povo Brasileiro e Análise da Conjuntura Atual

- Política Pública e a Aplicação dos Estatutos e da LOAS

- Pedagogia Social: Histórico e Conceitos

- Conceito de Educação Social e Intervenção Sócio-Educativa

- Fundamentos Antropológicos da Educação Social

- Psicologia do Desenvolvimento: Contextos e Socialização

- Educação Popular: Prática da Liberdade e da Autonomia

- Educação de Jovens e Adultos: Suas Metodologias e Implicações

- Educação Comunitária: Contextos e Significados

- Animação Sócio-Cultural: da Criança ao Idoso

- Redes Sociais: Planejamento, Estrutura e Sustentabilidade

- Metodologia do Trabalho Científico

- Orientação das Monografias

 
 
Curso: Pós em Pedagogia Empresarial



Público-alvo:



Profissionais com formação superior em pedagogia, psicologia, administração, engenharia e áreas afins.


Objetivo(s):



• Compreender o contexto socioeconômico-cultural-produtivo externo e interno da organização, bem como situar o trabalho como processo educativo e ético na sociedade do conhecimento;

• Identificar e aplicar princípios pedagógico-educacionais que potencializem o desenvolvimento da organização e de seus integrantes;

• Fomentar a produção de conhecimentos científico-pedagógicos necessários ao desenvolvimento das organizações;

• Estudar a influência dos fatores sociológicos, psicológicos e antropológicos nos processos de recrutamento, seleção, treinamento, desenvolvimento e avaliação de recursos humanos nas empresas;

• Estruturar setores de ensino e treinamento em empresas;

• Capacitar interessados em trabalhar em empresas, integrando-os nos processos de gestão empresarial.


Carga Horária: 360 horas/aula



Disciplinas:



A Abordagem Ergológica I, II

Administração de Empresas e Planejamento Estratégico

As Ferramentas da Gestão do Trabalho

Dinâmicas Organizacionais

Gestão de Recursos Humanos e a Cultura Organizacional

Gestão Estratégica de Pessoas e Competências

Métodos e Técnicas de Ensino e Treinamento na Empresa

Métodos e Técnicas de Pesquisa na Empresa

Mundo Contemporâneo e Ética Profissional I, II

O Processo de Construção de Conhecimento nas Empresas

Projetos Educacionais na Empresa: desenvolvimento e execução I, II e III

Relações de Trabalho e de Poder na Empresa

Tendências Empresariais e Intervenção Ergológica I, II

Tópicos Especiais em Pedagogia Empresarial

 
 
Pós em Gestão Pedagógica: Supervisão e Orientação Educacional
 
 
 
Objetivos


O Curso de Pós-graduação em Gestão Pedagógica: Supervisão e Orientação Educacional visa capacitar profissionais para atuar na Supervisão Escolar e na Orientação Educacional dos espaços pedagógicos, visando planejar, implementar, acompanhar e avaliar as atividades desenvolvidas, com vistas ao sucesso do processo educativo em escolas, instituições, empresas e organizações, habilitando-os também ao magistério superior.



Objetivos Específicos

Ao concluir o curso, o profissional estará apto a:

- Desenvolver projetos na área de Supervisão e Orientação Educacional.

- Conhecer as especificidades do trabalho escolar e do cotidiano escolar.



Justificativa

Considerando a importância do trabalho educativo, especialmente no momento em que a aprendizagem chama a atenção não apenas no universo escolar, mas também nos espaços empresariais e organizacionais, entendemos que a formação de profissionais em nível de pós-graduação atende uma demanda que tende a se intensificar e qualificar, exigindo cursos de alto nível teórico e prático, que reflitam o comprometimento com os esforços empreendidos pelos profissionais da área.

Público-alvo

O público-alvo do Curso de Gestão Pedagógica: Supervisão e Orientação Educacional é formado por graduados de uma maneira geral, em especial pedagogos, professores e administradores.

 
 
Pós em Psicopedagogia: Clínica e Institucional
 
 
Objetivos



O curso Psicopedagogia: Clínica e Institucional oferece um currículo inovador, que tem como objetivo oferecer uma formação integrada. A partir de uma visão ampla, atual e crítica da psicopedagogia, proporcionando aos profissionais de nível superior (psicólogos, pedagogos, fonoaudiólogos, etc.) interessados no estudo dos processos de aprendizagem e dos obstáculos que se interpõem à sua consecução, instrumentos teórico e clínico sobre os fundamentos da psicopedagogia clínica e institucional. Objetiva, por outro lado, qualificar suas práticas na clínica e/ou instituições de ensino, capacitando a realizar diagnóstico, intervenção, e prevenção de problemas e dificuldades de aprendizagem dentro de uma perspectiva clínica e institucional.



Pré-Requisitos

Diploma de ensino superior.



Público-Alvo



Profissionais de nível superior e interessados em atuar na área da psicopedagogia.



Disciplinas

DINAMICA DE GRUPO - 52 h

EDUCAÇÃO PSICOMOTORA - 39 h

INTRODUÇÃO A PSICOPEDAGOGIA - 40 h

METODOLOGIA DA PESQUISA I - 39 h

METODOLOGIA DA PESQUISA II - 39 h

PRÁTICA ESPECÍFICA I - 52 h

PRÁTICA ESPECÍFICA II - 52 h

PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO - 52 h

PSICOPATOLOGIA - 40 h

PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA - 52 h

PSICOPEDAGOGIA DA EDUCAÇÃO - 39 h

PSICOPEDAGOGIA INSTITUCIONAL - 52 h

TEORIA PSICANALÍTICA - 52 h



Total de Horas: 600 h



Perfil Profissional

O curso Psicopedagogia Clínica e Institucional é um novo programa de pós-graduação que foi desenvolvido segundo as mais recentes demandas do ambiente educacional e institucional em termos de multidisciplinaridade, flexibilidade e criatividade, visando oferecer uma formação integrada.



Mercado de Trabalho

O especialista em psicopedagogia clínica e institucional poderá atuar em empresas no setor de RH, em escolas, creches e clínicas multidisciplinares. Poderá desempenhar atividades de coordenação, supervisão e orientação em projetos de aprendizagem e saúde, na prevenção e intervenção de problemas e dificuldades de aprendizagem e em pesquisas relacionadas ao processo de ensino/aprendizagem

quarta-feira, 12 de maio de 2010


HOJE APRNEDI A FAZER FANTOCHES DE FELTRO E ACHEI ESSES AQUI NO BLOG:http://criandoecopiandosempre.blogspot.com/search/label/FantochesSÃO LINDOS E FÁCEIS DE FAZER!!!!


quinta-feira, 6 de maio de 2010

O que são PCNS

Parâmetros Curriculares Nacionais



Os Parâmetros Curriculares Nacionais - PCN - são referências de qualidade para os Ensinos Fundamental e Médio do país, elaboradas pelo Governo Federal. O objetivo é propiciar subsídios à elaboração e reelaboração do currículo, tendo em vista um projeto pedagógico em função da cidadania do aluno e uma escola em que se aprende mais e melhor.


Os PCN, como uma proposta inovadora e abrangente, expressam o empenho em criar novos laços entre ensino e sociedade e apresentar idéias do "que se quer ensinar", "como se quer ensinar" e "para que se quer ensinar". Os PCN não são uma coleção de regras e sim, um pilar para a transformação de objetivos, conteúdo e didática do ensino.

PCNs:http://www2.redepitagoras.com.br/main.asp?TeamID=%7B26FB5E44-C3D8-41BD-A4A6-9C38ED1977FC%7D

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Amanhã começarei o módulo de educaçao especial(inclusiva)!!!! E achei essa entrevista muito interessante.

Uma educação inclusiva para todos. Inclusive para o professor


O termo educação inclusiva deve ser aplicado não só aos deficientes ou aos alunos com necessidades especiais. Essa é uma proposta que deve, sim, ser estendida a todos os estudantes. E que deve beneficiar inclusive o professor, que deve ser conscientizada da importância dessa prática quando da sua formação profissional


Regina Coeli B. Martins:
Ao planejar e executar uma atividade em sala de aula, o professor deve fazer com que todos os alunos estejam incluídos neste contexto. No entanto, como garantir que todos os estudantes participem efetivamente das aulas? Para Regina Coeli Martins a resposta é: através da educação inclusiva. Professora de ensino fundamental na rede pública paulista há 19 anos, Regina é co-autora, juntamente com Windiz Brandão Ferreira, do livro De docente para docente - Práticas de ensino e diversidade para a educação básica. Além de desmistificar a idéia de que a educação inclusiva deve ser feita apenas para alunos portadores de necessidades especiais, a obra traz estratégias e reflexões sobre o tema. “A educação inclusiva é a inclusão de todos os alunos. Cabe ao professor ser o facilitador desta inclusão, criando estratégias inclusivas, através de um novo olhar sobre os alunos e sabendo ouvi-los”, destaca. Veja a entrevista com a autora, que é também presidente da organização não-governamental Educação Para Todos (EdTodos).


Sempre que se fala em educação inclusiva pensa-se na inclusão dos estudantes com necessidades especiais ou deficiências. No entanto, na obra De docente para docente, a sra. afirma que a inclusão deve acontecer para todos os alunos. O que isso significa?

Regina Coeli B. Martins :
A inclusão deve atingir não só os portadores de necessidades especiais. Ela tem que atingir todos os alunos e fazer com que todos participem e aprendam. A inclusão não difere. Ela tem como foco o aluno e precisa atingir a todos, com o objetivo de desenvolvimento de aprendizagem para todos.



O que é afinal a educação inclusiva? Qual é o papel do professor neste cenário?

Ela prevê a inclusão de todos os alunos. Cabe ao professor ser o facilitador desta inclusão, criando estratégias inclusivas, através de um novo olhar sobre os alunos e sabendo ouvi-los.

Quais são essas estratégias inclusivas dentro das escolas?

É a prática do dia-a-dia do professor, a forma como atinge o aluno e como cria mecanismos que possibilitem com que todos participem e tenham oportunidades iguais de atividades. Hoje, as estratégias que estão sendo utilizadas não atingem a todos os alunos - o mecanismo de inclusão não chega a todos igualitariamente. Em uma turma com 40 alunos, que é nosso limite de sala de aula, quem atingirá estes alunos é que deve pensar em transformar as estratégias. Não é só o professor que precisa mudar, mas sim a escola. Esta é uma questão que também envolve todo o corpo diretivo da escola e a coordenação. É função de todo o grupo docente e discente, pois o professor sozinho não conseguirá. Ele precisa de apoio e colaboradores.

Ao mesmo tempo em que a educação deve ser inclusiva para todos, os professores não podem deixar de considerar as características pessoais de cada estudante. Como trabalhar com um público tão heterogêneo e incluir a todos, respeitando, ao mesmo tempo, a vontade dos alunos?

Estabelecendo um mapa da sala, que envolve uma análise dos perfis de aprendizagem do grupo. Antes de se estabelecer qualquer tipo de estratégia é preciso planejar a organização deste grupo e, para isso, é necessário ter o mapa da sala. O mapa estabelece os perfis de cada aluno. Assim, desenvolvem-se atividades para cada grupo de alunos, com o mesmo conteúdo curricular, mas com perfis de aprendizagem diferentes, dificuldades e competências diferenciadas. Esta deve ser a primeira ação do professor, a primeira estratégia inclusiva.

O que é o mapa da sala e como deve ser construído?

O professor deve fazer agrupamentos na sala, sendo que os alunos devem ter proximidade de aprendizagem. Todos no mesmo grupo devem colaborar dentro dos perfis de aprendizagem, sendo que o professor montará o mapa em cima destes perfis. Assim, o foco de estratégias diferenciadas começa a se desenvolver, com atividades dadas de acordo com o perfil de cada grupo, mantendo o foco do conteúdo curricular. Cada aluno deve ter uma competência dentro do grupo, o que aumenta sua participação, responsabilidade, aprendizagem e autonomia de aprendizagem.

É possível promover a inclusão em qualquer ambiente educacional? O que é ser incluído?

Sim, desde a educação infantil até o ensino superior. Independe do ciclo de aprendizagem; ela está em todo contexto. Não há como desenvolver competências sem a educação inclusiva.

O que impede que a educação inclusiva seja colocada em prática nas escolas brasileiras?

Acredito que o problema está na formação do gestor. Eles estão carentes da formação de educação inclusiva, o que ativa uma cadeia de acontecimentos. Do gestor passa para toda a equipe. No entanto, o foco principal é a formação do professor e dos recursos humanos das escolas de formação. Falta quebrar esta barreira e fazer da educação inclusiva uma formação constante. O professor também precisa ser incluído.

Os professores estão preparados, no entanto, para trabalhar com a educação inclusiva?

Não, pois a forma como os professores saem hoje da universidade, a forma como o sistema cria mecanismos de exclusão, cria também uma barreira para que, tanto o professor quanto a escola, não aceitem esta educação. Para incluir 40 alunos é preciso superar várias barreiras impostas pelas políticas públicas. É preciso criar espaço físico, ter pessoal de apoio na escola, mas muitas vezes, estas questões não são trabalhadas.

O que se perdeu na formação quando se passou a exigir o ensino superior?

Perdeu-se uma reflexão para a prática em sala de aula, a didática. O técnico foi substituído pelo acadêmico. Quando saía de um curso de magistério, o professor tinha a prática e sabia quais processos de planejamento e objetivos deveria desenvolver na sala. Hoje, os cursos universitários formam apenas acadêmicos, não oferecendo sustentabilidade para enfrentar o sistema que está aí fora - principalmente nas escolas públicas. Aí está a grande falência no sistema de formação do educador. Há uma distância muito grande entre o curso de magistério e o superior. O professor não sabe como agir e não tem fundamento para a prática, que inclui como planejar uma boa aula, os passos para isso, o que é fazer o registro de uma sala de aula, uma rotina de sala de aula e sua dinâmica. Hoje, o professor sai da universidade e não sabe o que fazer. E nem por onde começar.

Qual é o modelo de sala de aula inclusiva ideal? Que fatores devem ser levados em conta ao discutir a inclusão?

Um modelo ideal é aquele em que se consegue desenvolver a sala e atingir a todos. Não há uma receita pronta. Deve-se verificar se são criados dentro da sala momentos diversificados de aprendizagem. O ideal seria o agrupamento. Sem isso, não se trabalha com a inclusão. Quando se agrupa, aproximam-se as pessoas e respeitam-se as diferenças. O ideal de uma sala de aula inclusiva é aproximar todos para o processo de aprendizagem, o que é possível ao se agrupar. Quando se agrupa, desenvolvem-se condutas e a base para a estrutura de aprendizagem. Inconscientemente, o professor exclui o aluno do sistema.

Qual é a real parcela de culpa dos professores pela exclusão dos alunos?

Ele não tem culpa. A culpa é do sistema e de uma cultura que existe dentro da escola. O professor acaba por reproduzir esta cultura da exclusão inconscientemente. O que precisamos é mudar a cultura da exclusão e o governo tem um papel fundamental nisso. Ao mudar esta cultura, automaticamente as coisas acontecerão. Não podemos ter um modelo ou ficaremos na rotina, o que é perigoso. O ideal é aquele em que o professor procura as mais variadas formas e estratégias, reflete sobre sua prática para atingir a todos. E a melhor forma para que isto seja alcançado é o agrupamento.

Seu livro afirma ainda que o poder de decisão na sala de aula deve ser compartilhado entre estudantes e docentes. Os professores estão preparados para isto? Como fazê-lo?


Delegar poderes é oferecer competências, dar atribuições e responsabilidades dentro da sala de aula. À medida que se dá para a criança a responsabilidade de desenvolver a atividade dentro de um grupo, mostra-se que ela tem habilidade e poder para aquilo. Esta relação de poder é importantíssima, pois valoriza o aluno e faz com que ele participe e se desenvolva. O professor pode distribuir os poderes dentro da sala. Valoriza-se o estudante dando para ele o poder de autonomia do fazer pedagógico. Isto significa delegar habilidades e competências dentro do perfil estabelecido pelo mapa da sala.

Ainda existe o profissional que pensa estar em um pedestal por ser professor ou todos estão conscientes da necessidade da aproximação com os alunos, que também são fontes de conhecimento?

É a cultura da formação em que o professor é o dono do saber, o sábio que deve transmitir o conhecimento. Temos que inverter esta cultura, mostrando que este pedestal está do lado contrário. É uma balança em que estamos juntos. O professor deve se tornar um pesquisador junto com o aluno, em busca do conhecimento. Dessa forma, quebra-se este pedestal e ele passa a delegar poderes para todos dentro da sala. É lógico que são poderes direcionados, poderes de aprendizagem. Não significa que o aluno fará o que quiser. Ele terá o poder de participar e colaborar, o que é diferente. Na cultura da maioria das escolas, o aluno não carrega este conhecimento, mas na cultura inclusiva isto é diferente, pois os dois caminham juntos e trazem informação. Um complementa o outro – professor e aluno.

Isto também vale para a direção da escola e os funcionários?

A cultura inclusiva engloba toda a escola: a gestão administrativa e a pedagógica. O poder é delegado quando todos compartilham das mesmas habilidades e competências, quando todos têm algo a acrescentar.

De que forma a família e a comunidade podem contribuir para uma escola inclusiva?

É o mesmo papel quando se permite que a família participe, com competências na escola, dando a ela um poder compartilhado. Quando se aproxima a família deste poder compartilhado é possível ver um desenvolvimento da aprendizagem. A educação inclusiva engloba a escola como um todo e, fora dos muros escolares, a família que colabora, participa, age, cria regras. É uma questão de conduta da família. A educação inclusiva é, sim, uma educação colaborativa, pois a inclusão depende da colaboração de todos os agentes.

Na obra, são citados os conceitos inclusão e integração. Quais são as diferenças entre eles?

A inclusão acontece quando todos participam. Todos colaboram e têm competências. Na integração é diferente. É possível estar integrado, mas não desenvolver suas competências. O aluno pode estar integrado no grupo e não participar. Enquanto que, ao estar incluído, ele faz parte daquele sistema. A integração nem sempre o leva a fazer parte, ela não garante a participação. Já a inclusão exige participação e emoção. O aluno pode estar integrado, mas não significa que está comprometido.

Como deve ser pensada a grade curricular de uma escola inclusiva?

Ela deve ser planejada. Este planejamento deve envolver toda a escola, o corpo docente e discente, além de ser diário. Em cima de seus registros, o professor pode planejar as práticas seguintes. Por exemplo, se uma prática não atingiu os alunos ou não aconteceu dentro do que se esperava, é preciso replanejar esta ação, levando-a para seus companheiros e refletindo sobre isso. A grade curricular precisa ser planejada por ciclos de aprendizagem e envolver todo o corpo docente. Ela deve ser interdisciplinar, ter um foco que envolva todas as disciplinas.

Quais são os recursos humanos disponíveis em sala para promover a inclusão e de que forma devem ser utilizados?

São os estudantes. O professor deve fazer deles o recurso mais importante dentro da escola. Quando falamos em recursos humanos, nos referimos às formas para desenvolver aquele recurso, que é o aluno.

Como deve ser o processo de avaliação em uma sala de aula onde é trabalhado o conceito da inclusão? De que forma os resultados desta avaliação devem ser aplicados?

A avaliação é, na verdade, polêmica em todas as propostas educacionais. Na educação inclusiva ela deve ser contínua. Ela dá ao professor uma mediação de por onde seguir e planejar. Esta avaliação é feita a partir de registros, de portfólio, que é uma prática importantíssima para o planejamento das aulas. No portfólio os professores podem guardar, a cada semana, as atividades dos alunos e acompanhar seu desenvolvimento durante o ano letivo. Também pode haver um portfólio do professor em que ele registra e acompanha a aprendizagem de seus alunos e, pode ainda, ser um registro de avaliação pessoal do professor. Depende da forma como se quer colocá-lo enquanto recurso de avaliação.

Reportagem: Ana Paula Novaes
Fonte:(http://www.folhadirigida.com.br/htmls/hotsites/suplemento_2007/Cad_07/Pag_75.html)